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Com CPI da Covid criada, deputados federais de MS divergem sobre escopo da investigação


A bancada federal de Mato Grosso do Sul continua dividida quanto ao escopo da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, no Senado. De todo jeito, a Secretara-Geral da Mesa Diretora apontou na terça-feira (13) que a investigação não pode apurar atos de governadores e prefeitos. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM/MG), decidiu que pode ser analisada a destinação de recursos federais recebidos pelos estados e municípios.

Bia Cavassa (PSDB) disse ser à favor de que 'sejam investigadas todas as aplicações de recursos públicos sobre as quais existam suspeitas ou denúncias'. No entanto, afirma que cada esfera do poder legislativo deve apurar ações dos executivos correspondentes. "Desta forma, sou favorável a que a CPI da Câmara dos Deputados se concentre nos atos do Governo Federal e à aplicação dos recursos federais".

Como outras opiniões ouvidas ainda na terça-feira, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais são as esferas com autonomia para investigar governadores e prefeitos, respectivamente, aponta a parlamentar. Agora, ainda precisa ser decidido se a CPI será remota, presencial ou, ainda, se terá o início adiado por causa do agravamento da pandemia no Brasil.

Colega na bancada sul-mato-grossense, o deputado Luiz Ovando (PSL) disse que 'todos os níveis devem responder por suas ações, não só o presidente'.

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